A construção da escrita e a leitura ocorreram de forma muito natural em minha vida. Meus pais sempre foram muito tranqüilos e se importavam em respeitar nossos momentos e decisões, por essa razão sempre tive a impressão de não “ser obrigada” a fazer nada, principalmente relacionado à leitura e escrita, eles sempre acharam que as pessoas, principalmente as crianças tem que se divertir, sentir prazer nesse processo e assim estarão mais bem preparados emocionalmente para a vida acadêmica.
Meu pai inseria nas brincadeiras com a gente desafios de continhas e tabuadas, pegávamos o livro do Malba Tahan e ficávamos tentando desvendar as charadas.
Quando não tinha ninguém pra brincar recordo da minha mãe dizer: "Pegue um livro e vá ler, você vai ver quanta companhia legal você vai achar”, Mas os livros eram bem diferentes dos que temos agora para as crianças, o que tinha em casa eram exemplares clássicos como O conde de Monte Cristo e Dom Quixote de La Mancha e esses não me atraíam muito.
Continuo não gostando desse gênero literário, mas aprecio os livros de Darcy Ribeiro, Boaventura de Sousa Santos e Laurentino Gomes e também trabalho bastante com a revista Ciência hoje na escola cuja linguagem me agrada bastante.
E a oportunidade de ler , ouvir, falar e de principalmente ser escutado, infelizmente os alunos só tem na escola, e com alguns professores, porque professor tem a mania de achar que só ele fala e os alunos só escutam.
Boa noite a todos!
ResponderEliminarA construção da escrita e a leitura ocorreram de forma muito natural em minha vida. Meus pais sempre foram muito tranqüilos e se importavam em respeitar nossos momentos e decisões, por essa razão sempre tive a impressão de não “ser obrigada” a fazer nada, principalmente relacionado à leitura e escrita, eles sempre acharam que as pessoas, principalmente as crianças tem que se divertir, sentir prazer nesse processo e assim estarão mais bem preparados emocionalmente para a vida acadêmica.
Meu pai inseria nas brincadeiras com a gente desafios de continhas e tabuadas, pegávamos o livro do Malba Tahan e ficávamos tentando desvendar as charadas.
Quando não tinha ninguém pra brincar recordo da minha mãe dizer: "Pegue um livro e vá ler, você vai ver quanta companhia legal você vai achar”, Mas os livros eram bem diferentes dos que temos agora para as crianças, o que tinha em casa eram exemplares clássicos como O conde de Monte Cristo e Dom Quixote de La Mancha e esses não me atraíam muito.
Continuo não gostando desse gênero literário, mas aprecio os livros de Darcy Ribeiro, Boaventura de Sousa Santos e Laurentino Gomes e também trabalho bastante com a revista Ciência hoje na escola cuja linguagem me agrada bastante.
Abraço,
Inês
Quanto mais oportunidades o aluno tiver de lê e ouvir, maior será o seu repertório para compreender o que lê e ouve.
ResponderEliminarE a oportunidade de ler , ouvir, falar e de principalmente ser escutado, infelizmente os alunos só tem na escola, e com alguns professores, porque professor tem a mania de achar que só ele fala e os alunos só escutam.
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